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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Com apoio do Helicóptero Águia, produtos eletrônicos sem documentação fiscal avaliados em R$ 200 mil são apreendidos

Motorista do carro onde estava a mercadoria tentou fugir, mas foi localizado pela Polícia Militar em um matagal, depois que abandonou o automóvel.

Atualizado 29/10/2020 às 14:40

Com apoio do Helicóptero Águia, produtos eletrônicos sem documentação fiscal avaliados em R$ 200 mil são apreendidos
Produtos eletrônicos foram apreendidos em Anhumas — Foto: Polícia Militar 

A Polícia Militar apreendeu nesta quarta-feira (28) produtos eletrônicos sem documentação fiscal vindos do Paraguai e avaliados em R$ 200 mil, em Anhumas.

De acordo com a polícia, a mercadoria foi localizada em um veículo, que foi abordado na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425).

A equipe suspeitou do motorista devido a equipe devida a forma que ele conduzia o carro, "de forma perigosa e em alta velocidade", segundo a polícia.

Ao visualizar a viatura, o motorista fugiu, mas foi perseguido pela fiscalização. O suspeito seguiu pela Rodovia Henrique Moreno Milan, sentido Regente Feijó e depois pela Rodovia Raposo Tavares (SP 270), sentido São Paulo. Na sequência, o condutor tentou ainda fugir por uma estrada de terra, localizada no Bairro Água Branca, percorrendo cerca de dois quilômetros, momento que abandonou o veículo, fugindo pelo matagal.

Com o apoio de outras viaturas e do Helicóptero Águia foram feitas buscas pelo homem, que foi localizado.

Dentro do veículo foram encontrados cerca de 150 celulares, cerca de 100 receptores de sinal de TV, em torno de 30 caixas de som, aproximadamente 30 fones de ouvido e em torno de 20 cartões de memória, conforme estimado pela Polícia Militar.

A contagem final dos produtos, avaliados em R$ 200 mil, será feita pela Delegacia da Polícia Federal.

De acordo com a Polícia Militar, o homem foi preso em flagrante pelo crime de descaminho, sendo arbitrada fiança no valor de R$ 50 mil. No entanto, o valor não foi recolhido e o envolvido permaneceu à disposição da Justiça.

Fonte:G1

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