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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Marília segue tendência regional e tem aumento na ocupação de leitos - Adamantina Notìcias

Ocupação regional de leitos de UTI para Covid-19 voltou a subir após semanas de queda.

Atualizado 17/02/2021 às 13:49

Marília segue tendência regional e tem aumento na ocupação de leitos - Adamantina Notìcias

A ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para Covid-19 na região de Marília, voltou a subir após apresentar redução nas últimas semanas. No município mais de 95% dos 60 leitos públicos voltaram a ficar ocupados nesta terça-feira (16).

São 30 vagas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília (HC/Famema), 20 no Hospital Beneficente Unimar (HBU) e 10 na Santa Casa.O HC/Famema é referência pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para 62 municípios e está sob gestão de autarquia estadual.

Já as outras duas instituições mantêm contrato com a Prefeitura de Marília, para serviços pela rede pública.Nesta terça-feira o HBU não tinha vagas. Já o HC/Famema apenas uma, enquanto a Santa Casa apenas dois leitos vagos.A última vez que a ocupação havia atingido nível semelhante no município foi no dia 4 de fevereiro, portanto, quase duas semanas atrás.

Região

A região registrou aumento nos casos de Covid-19, mortes pela doença e ocupação de leitos entre janeiro e fevereiro, em decorrência das festas de final de ano e foi necessário abrir mais vagas.No final de janeiro a ocupação regional chegou próximo de 88% – contando leitos SUS e particulares, segundo os dados oficiais levados em conta no Plano São Paulo.


Desde então esse patamar passou a cair paulatinamente, até chegar em 72,11% no dia 10 de fevereiro, o menor índice desde o dia 4 de janeiro.Após quase um mês de quedas, no entanto, a ocupação regional voltou a subir nos últimos dias e nesta terça-feira, ficou em 73,87%.


Fase amarela


Em Marília existe a expectativa de avanço para a fase amarela, menos restritiva que a atual laranja. No entanto, é preciso manter controlada a taxa de ocupação, tida como principal critério para reclassificação.


A região de Campinas, segundo dados da última reorganização estadual, era a que tinha maior ocupação de leitos Covid-19 entre as classificadas na fase amarela, com 71,8% deles preenchidos.


Via@MariliaNotìcias

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