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sábado, 7 de novembro de 2020

Em Pracinha tem o 2º menor número de casos em SP de Covid-19 - Adamantina Notìcias

Ao longo dos oito meses de pandemia, município registou seis casos, sendo cinco dentro da penitenciária alocada na cidade

Em Pracinha tem o 2º menor número de casos em SP de Covid-19  -  Adamantina Notìcias

Reprodução/Memorial dos Municípios - Município também não registrou transmissão local

O Brasil caminha para o nono mês de pandemia da Covid-19, com a situação, ainda em alerta, mas adquirindo controle. Mas, para alguns locais, felizmente, a situação sempre foi essa, principalmente em municípios menores. No território paulista, a segunda cidade com menor número de casos está na região de Presidente Prudente: Pracinha. Ao longo desse período, o local diagnosticou seis registros positivos.

O município detém uma “boa marca”, como reconhecido pela própria Secretaria Municipal de Saúde, ao longo do enfrentamento da doença. O enfermeiro responsável, Domingos Savio Tleto, destaca ainda que não houve transmissão local dentro da cidade. O que ele pontua é que dos seis casos registrados até então, cinco estão na unidade prisional de Pracinha. “E a outra pessoa é uma profissional da área da saúde, mas que trabalha em Prudente”, completa.

De 6 casos, 5 são da penitenciária

Sendo assim, o profissional reitera que, desse caso fora do presídio, nenhum outro foi gerado localmente, não iniciando, assim, uma transmissão local. “A própria cidade ajudou, mantendo uma monitoria constante. Não sei se por ser uma cidade pequena, e as pessoas se conhecerem mais e estarem mais próximas, mas houve e há um efetivo maior em se cuidar e se prevenir”, lembra. Domingos conta ainda que hoje, mesmo depois desse tempo, se aparece alguém ao menos com suspeita, já há uma apreensão.

E o número de pessoas que aguardam resultados de exames, que estão nessa posição, também é baixo: dois (até a tarde de ontem). Isso tudo é resultado de alguns pontos, segundo o enfermeiro, sendo, dentre eles, a contínua ação de orientação pela Saúde. “A população ficou meio presa, mesmo com baixos casos. A gente fez um trabalho legal. Sempre pegamos muito no pé quanto ao distanciamento social e ao uso da máscara, e eles seguem até hoje”, frisa.

Fora isso, Domingos relaciona ainda o fato de o município receber muita gente de fora por conta das visitas na Penitenciária de Pracinha. “Mas como diminuiu praticamente 100%, houve pouco contato”, comenta o enfermeiro.

Sendo assim, o quadro na cidade até a tarde de ontem estava da seguinte forma: dois casos suspeitos, seis confirmados (curados), 17 descartes e nenhum óbito.

Fonte:imparcial

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